No ano de 1886, em uma vila no norte da Inglaterra havia um menino chamado Zac. Ele era muito famoso pela sua força e rapidez. Mas um dia, quando ele tinha 11 anos, já crescia pêlos em muitos lugares. Sua família levou ele para o médico, mas não havia nada de errado. No outro dia quando Zac estava indo para o colégio suas unhas foram crescendo a cada segundo, Zac ficou com tanto medo que invés de pegar o caminho para a escola entrou na floresta e continuo a correu ate que encontrou um rio impedindo o seu caminho. Zac tentou pular para o outro lado, mas todas as vezes ela caia no rio, foi ficando cada vez mais com fome e começou a procurar comida. Suas orelhas também estavam crescendo. Zac estava com tanta vergonha que decidiu ficar na floresta. Ele não sentiu saudade de ninguém. Um dia estava procurando por algum esquilo e se deparou com um grupo de lobos, não sabia que bichos eram aqueles, mas percebeu que ele estava se transformando em um deles, Zac queria que os lobos fossem seus novos amigos. Desde então Zac viveu como lobo invadindo vila e aterrorizando moradores.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
sábado, 23 de maio de 2015
Bruxas
Uma bruxa é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha, nariguda e encarquilhada,que possuí o poder da magia negra.É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora.Diziam que as bruxas voavam em vassouras à noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais. Á dois tipos de bruxas a bruxa boa e a bruxa má, a bruxa boa ajuda pessoas, e tudo de bom. A bruxas má é o contrario da bruxa boa, ela transforma pessoas em bichos e acaba com os sonhos bons.
A muito tempo avia uma epidemia provocou muitas mortes que foram imputadas às mulheres da região, de preferência as muito magras e feias. Presas, submetidas a interrogatórios e torturadas, algumas acabavam por confessar seus crimes contra as crianças, e condenadas à fogueira pelo conselheiro municipal. As que não confessavam eram, muitas vezes, linchadas e queimadas pela multidão.
Voce acha que bruxas existem ou não?
Por:Minoek Van Dorp
quarta-feira, 13 de maio de 2015
O Holandês Voador
Em antigos documentos pode-se encontrar registro de um navio real que zarpou de Amsterdam, em 1680, e foi alcançado por uma tormenta no Cabo de Boa Esperança. Como o capitão insistiu em dobrar o cabo, foi condenado a vagar para sempre pelos mares, atraindo outros navios e, por fim, causando sua destruição. Vários relatos sobre o tal navio foram considerados miragens, embora haja uma grande variedade de detalhes descritos pelas testemunhas.Uma característica marcante desse navio" (ou miragem naval de má sorte).
Dizem que ele um é um navio que supostamente vagará pelos mares até o fim dos tempos sem poder parar.
O navio foi visto pela última vez em 1632 no Triângulo das Bermudas comandado pelo seu capitão fantasma Amos Dutchman. O marujo disse que o capitão tinha a aparência de um rosto de peixe num corpo de homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o navegador morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje navega com Dutchman no Holandês.
Nos trópicos equatoriais existem lendas que surgiram no século XVIII sobre Davy Jones ser o capitão do Holandês voador, nessa lenda Davy Jones seria o capitão amaldiçoado do navio e estaria condenado a vagar para sempre no mar pela ninfa (rainha das sereias) do Mar Calypso, podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos, essa é também a lenda utilizada na série de filmes Piratas do Caribe.
terça-feira, 12 de maio de 2015
O Palhaço da Floresta
Era uma vez um garoto chamado Weil Johnson. A família de Weil quando ele tinha onze anos tinha o deixado no meu da floresta. Weil teve que se vira sozinho para procurar abrigo ou comer. Ate que um dia um grupo de palhaços de circo encontrou Weil sentado numa arvore dormindo. O grupo chamou Weil para trabalhar com eles e mora com eles. Weil disse '' é obvio que eu vou com voceis ''
Weil virou um palhaço.Depois de trinta anos trabalhando como palhaço as crianças não gostava dele mais, sempre quando ele subia no palco as crianças zombavam de Weil.Weil se irritou tanto que na mesma hora correu para dentro da floresta. E sempre que alguém entrava naquela floresta o palhaço matava.
A Medusa
A medusa na mitologia grega era um monstro feminina que invés de cabelo tinha cobras na cabeça, quem olhasse diretamente ela viraria pedra,a medusa era mortal. e foi decapitada pelo herói Perseu que usou sua cabeça como arma.Ate dar para a deusa Atena que colocou em seu escudo.Na epoca era objeto para afugentar o mal.Na maioria das versões do mito, enquanto a Medusa esperava um filho de Poseidon, deus dos mares, teria sido decapitada. Perseu que havia recebido do rei polidetes de Serifo a missão de trazer sua cabeça como presente. Com o auxílio de Atena, de Hermes, que lhe forneceu sandalias aladas, e de Hades, que lhe deu um elmo de invisilibidade , uma espada e um escudo espelhado, o herói cumpriu sua missão, matando a Górgona após olhar apenas para seu inofensivo reflexo no escudo, evitando assim ser transformado em pedra. Quando Perseu separou a cabeça da Medusa de seu pescoço, duas criaturas nasceram: o cavalo alado pegaso e o gigante dourado Crisaor.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Sereias
As sereias são parte da mitologia grega.Parte mulher e peixe. É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência.Que voce pode assistir em https://www.youtube.com/watch?v=Qc5r4SR1yl4
Mas ninguém sabe se existe ou não.
Dizem que serias são tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraia tripulantes dos navios que batiam seus barcos/navios em rochedos.
Como a história que vou contar.
A muito tempo atras havia um grupo de pescadores que estavam pescando perto da ilha de Capri.
Era noite, e estava chovendo. Um dos pescadores tinha algum bicho fisgado mais não sabia o que era,mas sabia que era forte. outro pescador ajudou ele mais não adiantou. Ate que eles ouviram uma voz feminina vindo de baixo do barco deles ,eles pensaram que era alguém que estava nadando. Um dos pescadores entrou na agua para ver o que tinha fisgado e quem falava ele procurou e procurou . Alguem segurou a perna dele e o puxou para o fundo do mar ate que o pescador se afogou .Os amigos procuravam'o mas não o encontrou . De manhã encontraram o corpo do pescador com uma marca de mão na sua perna, Os amigos nunca mais pescaram naquela area.
Por:MInoek Van Dorp
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A velha pisadeira
Boa noite gente, hoje vocês vão ler esse conto bem pequeno que escrevi depois de ver a lenda da velha pisadeira :{)
espero que gostem !!
Numa noite fria, daquelas que nos deixam cheios de preguiça, Roberto estava sentado em frente a Tv, assistindo um filme policial qualquer. Ele tinha ao seu lado vários sacos vazios de salgadinhos, biscoitos e chocolate, como se não fosse suficiente ele ainda mordiscava um sonho recheado de creme, acompanhado por uma garrafa de refrigerante. Ele estava ficando sonolento, enfiou o que sobrou do sonho na boca, desligou a Tv e foi para o quarto, deitando-se assim que fechou a porta. Por estar com o estômago cheio, Roberto deitou de barriga para cima e fechou os olhos. Não sabendo ao certo se adormeceu ou não, Roberto sentiu algo comprimir sua barriga, deixando-o sem ar, e assim que abriu os olhos se deparou com uma imagem que jamais sairia de sua cabeça.
Havia uma mulher com olhos de fogo e cabelos longos prostrada em cima da sua barriga, seu peso dificultando sua respiração e o cheiro da sua pele podre e pus o sufocavam. Ela olhou diretamente em seus olhos, enquanto estendia a mão de unhas longas e sujas para tocar seu rosto, deixando a mostra os dentes podres e sujos ao sorrir, divertindo-se ao ver os olhos lacrimejastes do homem. Roberto tentou se mexer, mas não conseguia, tentou gritar, mas a voz não saia, ele resolveu então fechar os olhos e se concentrar na sua respiração, sentiu uma unha ferir sua bochecha esquerda e o sangue escorrer, mas continuou de olhos fechados e três minutos depois ele sentiu que podia se mover.
Abriu os olhos e estava sozinho no quarto, acendeu a luz e caminhou até o espelho, lembrando de quando era pequeno e da lenda que sua avó havia contando anos e anos atrás, a lenda de uma moradora de rua que morreu de fome em uma noite fria e que seu espírito vagava por aí, castigando os que cometiam o pecado da gula e os que iam para suas camas quentinhas de barriga cheia, e prometeu a si mesmo que nunca mais comeria além do necessário, nem comeria antes de dormir.
por: Minoek Van Dorp
domingo, 17 de agosto de 2014
Comadre Fulozinha
Boa noite gente hoje vou contar um relato sobre a possível história da Comadre Fulozinha, personagem mitológico do nosso Nordeste.
Era uma vez uma menina que morava no engenho com seu avô, que era bastante estressado, todos na redondeza a conhecia pelos seus cabelos longos e agilidade. Fulozinha, como era conhecida, costumava correr pelas terras sempre brincando e se divertindo com outras garotas de sua idade, porém Fulozinha tinha o costume de se meter em encrenca, o que muita vezes deixava seu avô bastante furioso e costumava castigar a neta com um chicote feito de um mato que crescia próximo a casa.
Um dia, quando ele estava bastante estressado, ele pediu um café para a menina e Fulozinha foi logo buscar, pois gostava de deixar seu avô contente, mas naquele dia ela acabou exagerando um pouco na quantidade de açúcar e na temperatura do café, o que fez com que seu avô a agredisse violentamente. Fulozinha ficou caída no chão, chorando sem parar, sentindo imensa dor e quando se deu conta de que ainda estava viva ela fugiu para a floresta e acabou morrendo lá. Até hoje o espírito da menina vaga pelas florestas, açoitando com seus cabelos aqueles que adentram em sua mata sem levar mingau, fumo e mel, que são seus presentes favoritos. Furtiva, seu assobio se torna mais baixo quanto mais próxima ela estiver, fazendo-a parecer estar distante. Ela também gosta de fazer tranças e nós em crina e rabo de cavalo, que ninguém consegue desfazer, somente ela, se for agradada com fumo e mel.
Portanto, não esqueçam de sempre levar um agrado quando forem fazer um passeio pelas matas ;)
Por: Minoek Van Dorp
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
A noiva cadáver
Hoje vamos relatar sobre um conto que escrevemos juntas depois de ver uma reportagem sobre La Pascuelita.
Esperamos que gostem ;-)
Há muito tempo, havia uma mulher chamada Lola, filha do dono de uma loja de vestidos de noiva. Desde pequena Lola sonhava com o dia em que se casaria e usaria o vestido mais lindo que o pai tivesse em sua loja. Todos os dias depois da escola, Lola ia até a loja e ficava admirando os vestidos.
O tempo passou, Lola cresceu e conheceu Ramon, por quem logo se apaixonou e não demorou muito até marcarem a data para o casamento, o que não agradou muito a Pascoal, seu pai, que não ficou nada contente com a ideia de ver outro homem tomando um lugar de grande importância na vida de sua única filha. Vendo que Lola não desistiria de Ramon por seu ciúmes, Pascoal brigou com a filha e proibiu as vendedoras de sua loja de vender um vestido a Lola.
Lola ficou muito triste com a atitude do pai, mas não abriria mão de casar com o homem que amava por um ciúme tão bobo como aquele, já que ninguém seria capaz de ocupar o lugar de seu pai no seu coração. Com esse pensamento, Lola acabou escolhendo um vestido em uma das lojas da concorrência e esperou pelo seu grande dia.
Os dias passaram correndo e logo Lola se viu prestes a entrar na Igreja. Tentou falar com seu pai, para pedir que ele fosse acompanha-la, mas ele recusou. Experimentando um misto de tristeza, nervosismo e alegria, antes de sair do hotel onde se hospedou dois antes do casamento, Lola abriu uma caixa que haviam entregado na recepção, com um bilhete digitado onde lia-se: Abra apenas no grande dia!
Dentro havia um amontoado de retalhos brancos e bordados, retalhos esses, Lola recordou, que ela colecionava quando criança das barras dos vestidos que as noivas ajustavam ao comprar na loja de seu pai. Emocionada, Lola tocou os tecidos, não reparando o perigo que havia ali. Em meio aos tecidos encontrava-se uma viuva -negra que picou-lhe a mão no instante em que sentiu sua aproximação, em meio ao tremores que tomaram conta de seu corpo, Lola deixou a caixa cair, espalhando os tecidos, e notou mais um bilhete dentro da caixa, dessa vez onde dizia: Vou realizar seu sonho, me perdoe, te amo, papai.
O suor começou a tomar conta do seu corpo, junto com as dores e os tremores. Lola se arrastou até a porta, mas antes de alcançar a maçaneta, a porta foi aberta e seu pai entrou no quarto, os olhos vermelhos pelo choro, mas com um sorriso triste estampado no rosto.
Ele a segurou nos braços durante os minutos seguintes, enquanto ela soluçava e chorava, sem força para escapar e aos poucos deixou que a dor do coração partido e do veneno em suas veias tomar-lhe o corpo.
Os dias se passaram, ninguém soube dizer ao certo o que acontecera com Lola, e a notícia do abandono no altar se espalhou por toda cidade. Pascoal espalhara pessoalmente a história de que sua filha havia fugido com um rapaz que conhecera na infância e aos poucos o assunto deixou de ser algo de destaque entre as rodas de fofocas.
Pascoal tornou-se um homem mais reservado, sem esposa e agora sem filha, ele agora se dedicava totalmente a sua loja, onde uma nova manequim ganhara grande destaque por sua beleza e realismo, afinal, ele conseguira manter a filha junto de si e realizara o grande sonho de Lola, o de um dia poder usar o vestido mais lindo que o pai possuía na loja. Lá estava Lola, em grande destaque, tão bonita quanto fora em vida, mas no lugar do brilho de felicidade que ela carregava nos olhos enquanto viva, agora estampava uma súplica silenciosa.
Por: Yuri e Minoek Van Dorp
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
A lenda do minotauro
O minotauro é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga.Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, esta personagem encheu o imaginário dos gregos, levando-lhes medo e terror.
De acordo com o mito, a criatura habitava num labirinto na Ilha de Creta, que era governada pelo rei Minos.
O rei Minos, antes de se tornar rei de Creta, havia feito um pedido ao deus Poseidon para se tornar o rei. Poseidon aceitou o pedido, mas em troca pediu a Minos que sacrifica-se um lindo touro branco. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar um outro touro em seu lugar, esperando que o deus não percebesse.
Poseidon chateado com a atitude do rei, resolveu castigá-lo.
Então, fez com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo “touro” , acabando também por ficar grávida deste.
Desta união nasceu o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos pediu a Dédalos que lhe construísse um labirinto gigante para prender a criatura.
O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.
Este ordenou que fossem enviados todos os anos, sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.
Após o terceiro ano de sacrifícios, o herói grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir a Creta matar o Minotauro.
Ao chegar à ilha, Ariadne, filha do rei Minos, apaixonou-se pelo herói grego e resolveu ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perdesse no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, com que Ariadne o presenteara , pondo fim aquela terrível criatura.
O mito do Minotauro passou de geração em geração e era uma maneira dos gregos ensinarem o que poderia aconteceu àqueles que desrespeitassem ou tentassem enganar os deuses.
Espero que tenham gostado, boa noite :)
Por: Minoek Van Dorp
terça-feira, 12 de agosto de 2014
O nascimento do dragão
Existe uma lenda chinesa sobre o nascimento do dragão, que conta que no tempo em que esses seres ainda não existiam, os chineses viviam em tribos sob a proteção de espíritos bondosos representados por animais e dividiam o trabalho de cuidar deles e da natureza. Assim cada qual ficou como defensor do seu animal protetor: os pescadores cuidavam dos peixes, os homens comuns cuidavam das montanhas e dos pássaros, os cavaleiros cuidavam das planícies e dos cavalos, os dos planaltos cuidavam das serpentes, e os camponeses cuidavam dos arrozais e dos búfalos. Mas para defender seus animais protetores, eles faziam guerras sem fim. Até que as crianças resolveram guerrear contra a guerra. Elas criaram um animal que protegia todos ao mesmo tempo, e que era vivo como o peixe, esperto como a serpente, livre como o pássaro, rápido como o cavalo e forte como o búfalo. Elas pegaram o corpo da serpente e colaram nele as escamas do peixe; acrescentaram a cabeça do cavalo e colaram os chifres do búfalo nela e adicionaram patas do pássaro. A este animal, que poderia enfrentar os mares, voar pelos céus e cavalgar pelas montanhas, deram o nome de Dragão.
O texto é pequeno, mas espero que gostem. Boa noite!
Por: Minoek Van Dorp
O mito do Kappa
O Kappa é uma criatura mística que vive em rios, lagos e lagoas. Dependendo da região ele pode ser benéfico ou maléfico. A ele é a atribuído a culpa pela maioria dos afogamentos de crianças e mulheres, porém em algumas regiões os aldeões sentem-se gratos quando a criatura salva a vida de uma criança.
Essa criatura tem o tamanho de uma criança, variando de 60 cm até um metro, dependendo da região. Sua descrição mais comum é: Cabeça parecida com a dos primatas, possui cabelos, tem corpo escamoso em tons de verde e amarelo, casco de tartaruga e membranas nos pés e nas mãos. Em algumas regiões eles são descritos como tendo um bico semelhante a uma ave, porém em todos os relatos dizem que o Kappa possui um estranho orifício no alto da cabeça que contêm um misterioso líquido que se acredita ser a fonte do seu poder.
Um dos maiores prazeres do Kappa é desafiar os seres humanos para um confronto, que por sua vez não pode recusar, pois tal atitude é a confirmação de uma morte certa. Mesmo sendo uma criatura temível e briguenta, o Kappa é extremamente educado, tornando assim possível ao desafiado tirar proveito dessa qualidade.
Fugindo do Kappa
Quem receber o desafio do Kappa deverá curvar-se profundamente diante dele, que por sua vez se sentirá no dever de retribuir o gesto de maneira cortês, fazendo escorrer assim o líquido que é a fonte de seu poder, tornando-se fraco. O desafiado deve aproveitar a chance para sair correndo, uma vez que mesmo fraco o Kapa é indestrutível e sua fonte de poder se regenera quando a criatura entra em contato com a água.
A lenda conta que os japoneses aprenderam a curar fraturas com um Kappa, que ofereceu seus conhecimentos em troca do seu braço que fora amputado por aldeões em um Vilarejo.
O Kappa pode restaurar seus ossos se forem quebrados em questão de minutos, e se parte de seu corpo for arrancada, ele pode prendê-la novamente, unindo seus ossos e carne ao corpo, regenerando-se rapidamente.
Proteja-se do Kappa
Existe um modo de se proteger de um Kappa, mas para isso é preciso ser precavido e andar sempre com um pepino na bolsa.
O pepino é o alimento preferido do Kappa, sendo assim, escreva seu nome e o de sua família na casca de um pepino e jogue-o no rio, antes de banhar-se, a criatura não recusará algo tão delicioso e se sentirá na obrigação de retribuir tal gentileza, não fazendo mal a quem lhe oferecer tal presente, uma vez que é honrado e educado.
Espero que tenham gostado, não esqueçam de sempre carregar um pepino ao visitar rios, lagos e lagoas, afinal não queremos ser desafiados por um Kappa ;)
Por: Yuri Van Dorp
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
A flor do cemitério
Boa noite pessoal, esse é um pequeno conto que escrevi depois de ver um vídeo sobre essa lenda urbana. Espero que gostem!
Era uma vez, uma menina chamada Luiza, que tinha onze anos e tinha o hábito estranho de ir ao cemitério depois da escola, para fazer suas tarefas de casa.
Todo mundo achava estranho esse gosto de Luiza pelo cemitério. Ela gostava de ir lá porque era silencioso e assim podia pensar melhor. Tudo corria tranquilamente, até que um dia Luiza encontrou uma bela flor roxa iluminada em cima de um túmulo de uma menina que parecia ter a mesma idade que ela, sem que ninguém visse, ela pegou a flor e a botou dentro de seu caderno, indo para casa logo depois.
Chegando em casa, Luiza encontrou seu quarto todo desarrumado, com o espelho quebrado, a cama revirada e tudo espalhado. Sua mãe entrou no quarto logo atrás dela e perguntou:
- O que aconteceu? Deve ter sido aquele seu amiguinho!
Antes que Luiza respondesse, o telefone tocou. Trim, trim... Luiza correu até a sala e atendeu a chamada.
- Cadê a minha flor? - perguntou uma voz de menina do outro lado da linha.
- Quem é? - perguntou Luiza, mas quem quer que fosse, desligou o telefone sem dar uma resposta.
Luiza pensou então na flor que havia roubado do cemitério e ao procurar, descobriu que seu pai havia jogado a flor no lixo, achando ser um presente do seu amigo da escola. Desesperada, Luiza correu até a lata de lixo, mas estava vazia, ao olhar para a rua, viu o caminhão do lixo dobrando a esquina, longe demais para que ela corresse até ele.
Ela resolveu então ligar para seu amigo da escola, chamado João. Primeiro ela perguntou se foi ele quem ligou para a casa dela, tentando fazer uma pegadinha, mas João negou. Respirando e pensando, ela lembrou que o pai dele trabalhava como motorista do caminhão do lixo e perguntou se ele podia ajudar a encontrar a flor que o pai havia jogado fora.
João disse que iria ajudar, desde que ela contasse o que estava acontecendo e o que foi que o pai dela havia jogado de tão importante fora. Depois de contar a história da flor, Luiza foi até a esquina, onde marcou de encontrar João, para irem juntos ao lixão. Estava lá há quase dez minutos, mas João não tinha aparecido. Luiza sentiu um vento forte e um cheiro de podridão, mas não sabia de onde vinha, até que sentiu duas mãos empurrar suas costas e ela caiu no chão, machucando o joelho, que começou a arder e sangrar. Ela olhou para cima, e viu uma menina com um vestido branco todo rasgado e sujo de terra. A menina que olhava para ela, tinha o rosto esverdeado e faltando pele em alguns lugares, seu cabelo estava sujo e com vários nós.
- Onde está minha flor? - perguntou a menina, arreganhando os dentes, com raiva.Nesse momento, João chamou seu nome e ela se levantou depressa, olhando em volta, procurando a menina que acabara de falar com ela. Depois de explicar porque estava com o joelho machucado, João segurou sua mão e foram correndo até o lixão, que não ficava muito longe dali. Em meio a tanto lixo, encontraram a flor roxa meio suja, mas que ainda brilhava um pouco, destacando-se no meio de toda aquela sujeira.
Depois de resgatar a flor, Luiza pediu a João que fosse com ela até o cemitério, onde ela devolveu a flor ao túmulo da garota, respirando tranquilamente. E a partir daquele dia, Luiza prometeu nunca mais pegar nada do cemitério.
Fim
Por: Minoek Van Dorp
domingo, 10 de agosto de 2014
Poema
Resolvi compartilhar com vocês um dos meus poemas favoritos, espero que gostem!
Sepultura
Se, em noite horrorosa, escura
Um cristão, por piedade,
Te conceder sepultura
Nas ruínas d'alguma herdade,
As aranhas hão de armar
No teu coval sua teias,
E nele irão procriar
Víboras e centopeias
E sobre a tua cabeça,
A impedi-la que adormeça,
Em constantes comoções,
Hás de ouvir lobos uivar ,
Das bruxas o praguejar,
E os conluios dos ladrões.
Charles Bauderlaire, 1857
Por: Yuri Van Dorp
A verdadeira história de Phineas e Ferb
Certo dia, eu estava na escola com minhas amigas, quando uma delas perguntou:
- Vocês já ouviram falar da história verdadeira de Phineas e Ferb?
-Não. - respondi, porque nunca tinha ouvida falar.
Mas chegando em casa, eu resolvi pesquisar sobre a história, e agora eu conto ela pra vocês...
A história começa no 1993 em uma casa humilde, onde viveu uma garota chamada Candace Flynn, que tinha esquizofrenia. Quando Candace era apenas uma criança, seus pais se divorciaram, deixando-a aos cuidados da sua mãe, que nunca dava muita atenção a ela. Ao nascer seu irmão Phineas, que sofre de hiperatividade e Ferb, seu meio-irmão que nasceu com um caso grave de retardo mental, que o impedia de falar, as coisas foram de mal a pior para o desenvolvimento de Candace.
Por causa da criatividade da garota, ela sempre imaginava seus irmãos inventando, construindo “coisas” e vivendo grandes aventuras. Durante o dia, Candace contava a sua mãe sobre “as grandes aventuras que seus irmãos viviam” e é claro que a mãe da jovem não via nada. Preocupada com isso, a mãe vai a um especialista, o psiquiatra Heinz Doofenshmirtz, que deu remédios fortes para Candace tomar. Esses medicamentos psiquiátricos que foram destinados para acalmar a jovem, só pioraram sua situação e a levaram a um vício crescente que a levou a experimentar drogas cada vez mais pesadas.
A garota, cansada de ninguém acreditar que suas histórias sobre os seus irmãos fossem reais, decidiu escrever em um diário tudo que acontecia na vida dos seus irmãos. Em 2007, Candace Flynn, com 14 anos é encontrada morta em seu quarto, junto com uma nota de suicídio escrita na última página do seu diário. De acordo com médicos legistas, Candace morreu de uma overdose intencional de várias drogas. Ao fim de 2007, a mãe de Candace, aflita com tudo, decide vender a história que estava no diário, para o Disney Channel, que se mostrou interessado na compra. E em 01 de fevereiro de 2008, uma história distorcida e reforçada chamada de "Phineas e Ferb" estréia mundialmente e é adorada por todos, que sem saberem a verdade, passam horas na frente da TV assistindo essa doce história feliz.
Por causa da criatividade da garota, ela sempre imaginava seus irmãos inventando, construindo “coisas” e vivendo grandes aventuras. Durante o dia, Candace contava a sua mãe sobre “as grandes aventuras que seus irmãos viviam” e é claro que a mãe da jovem não via nada. Preocupada com isso, a mãe vai a um especialista, o psiquiatra Heinz Doofenshmirtz, que deu remédios fortes para Candace tomar. Esses medicamentos psiquiátricos que foram destinados para acalmar a jovem, só pioraram sua situação e a levaram a um vício crescente que a levou a experimentar drogas cada vez mais pesadas.
A garota, cansada de ninguém acreditar que suas histórias sobre os seus irmãos fossem reais, decidiu escrever em um diário tudo que acontecia na vida dos seus irmãos. Em 2007, Candace Flynn, com 14 anos é encontrada morta em seu quarto, junto com uma nota de suicídio escrita na última página do seu diário. De acordo com médicos legistas, Candace morreu de uma overdose intencional de várias drogas. Ao fim de 2007, a mãe de Candace, aflita com tudo, decide vender a história que estava no diário, para o Disney Channel, que se mostrou interessado na compra. E em 01 de fevereiro de 2008, uma história distorcida e reforçada chamada de "Phineas e Ferb" estréia mundialmente e é adorada por todos, que sem saberem a verdade, passam horas na frente da TV assistindo essa doce história feliz.
FIM
É isso pessoal, qual a opinião de vocês sobre essa história?
Eu fiquei chocada quando soube que a Candace na realidade morreu :(
Espero que tenham gostado do que apresentei na minha primeira postagem.
Por: Minoek Van Dorp
Apresentações
Olá, eu sou Minoek. Eu adoro os contos de Grimm! Tenho 10 anos, mas já me sinto fascinada pela leitura, principalmente os contos de Hans Christian Andersen. Também adoro histórias de terror e espero que vocês também. Kusje!
My turn! Eu me chamo Yuri, sou dez anos mais velha que a Minoek, mas compartilho do mesmo amor pela leitura e escrita! Espero um dia chegar ao ponto de concluir um livro e vê-lo sendo publicado, enquanto isso não acontece vou guardando um amontoado de cadernos e anotações... Espero que gostem do nosso blog... ;)
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